É Cruzeiro do Norte. Mas todos dizem Serra Morena

Nome de origem desapareceu do mapa há 58 anos e a comunidade ainda não aceitou a mudança.
Nas décadas de 30 e 40 havia um desafio aos motoristas na estrada de Cambará a Jatahy: transpor a Serra Morena quando chovia. Tão famosa que deu o nome a estabelecimentos comerciais e de outros ramos, o mais antigo talvez em Londrina, ”batizado” em 1939 pelo fundador, o alemão Frank Waldhauzer, que permanecera ”encalhado” 40 dias na Serra. E a maior indústria de Uraí tem a marca Serra Morena.
Falta saber se a construção da BR-369 desviou-se da antiga estrada e possa ter amenizado a Serra, no trecho Jataizinho e Uraí.
Ainda na década de 30, o temível acidente geográfico passou a identificar o patrimônio no km 165 da Estrada de Ferro São Paulo-Paraná. Mas o nome Serra Morena desapareceu do mapa, substituído por Cruzeiro do Norte, distrito de Uraí.
”Uns bestas aí mudaram o nome. Gente que não tem o que fazer. É para desnortear”, resume Aristides José da Silva, o Tide, 78 anos, que chegou ao lugar em 1944. ”Mas todos aqui continuam a falar Serra Morena, não adianta”.
Constata-se que Tide não exagera e o nome em realce no principal acesso ao distrito confirma a perenidade. A população difunde uma lenda sobre a origem: ao demarcar o leito para a ferrovia, o topógrafo avistou duas mulheres serrando uma árvore. Admirado, exclamou: ”Serra, morena…” O verbo no singular. Narrativas suprimiram a vírgula e o verbo passou a substantivo.
Mas o patrimônio é um pé de serra, o que parece reforçar a origem geográfica do nome anterior, mudado para Cruzeiro do Norte em 20 de maio de 1954, conforme resolução estadual.
O IBGE recomendava mudar nomes iguais em dois ou mais Estados, para evitar confusões, preservando-se o da localidade há mais tempo. Existe o distrito Serra Morena em Mato Grosso, notável pelo turismo.
Segundo Tide, Cruzeiro do Norte vem da cruz, ou ”cruzeiro” que missionários colocaram no alto do morro e políticos interessados em promoção iluminaram por um tempo. Continua lá, o acesso é complicado e só motociclistas de Londrina se aventuram, segundo Tide.
‘Hoje tem tudo’, mas continua a faltar água
Cruzeiro do Norte situa-se a oito quilômetros da BR-369, por acesso não pavimentado, e a nove de Uraí, por asfalto, obra do Governo Álvaro Dias (1987-1991). A rodovia adentra o perímetro urbano e outras vias pavimentadas atingem a praça da igreja, circundada pelo comércio. E há o cartório (tabelionato de notas).
Nascido no distrito, geração dos anos 1950, Arlindo Bergamini alcançou o trem de passageiros, conhece o folclore e estima que sejam 800 moradores no perímetro urbano e 400 sitiantes nos arredores. Aristides José da Silva, o Tide, menciona ”260 torneiras no patrimônio”, sugerindo que se calcule a população pelo abastecimento de água, daí resultando uma conta quase igual à de Arlindo, em termos da média nacional de 3,3 moradores por domicílio, estabelecida pelo IBGE.
”O que tinha aqui era sossego. Não havia bandido, nem malicioso. Hoje tem tudo, até maconheiro”, afirma Tide em tom cáustico. A esposa, Maria Souza da Silva, intervém e ”no tudo” valoriza as escolas no distrito, até de segundo grau. Ambos procedentes de Minas Gerais, suas famílias chegaram na década de 40, para a agricultura. Tide e Maria se casaram em Serra Morena, onde nasceram os cinco filhos do casal, dois homens e três mulheres.
Desde que chegaram a escassez de água parece eterna e Tide faz um inventário altamente negativo do sistema. ”Toda vida foi ruim de água. Falta um poço bom, que não seja pocinho, caixa d’água boa e que ponham relógio, que é para o povo não gastar demais. O sujeito usa e deixa correr, gente que tem consciência é pouca”. Acrescenta-se a má-conservação do sistema, com vazamentos e falhas que interrompem o fornecimento por dias seguidos.
A estiagem prolongada diminuiu a vazão dos poços e, em setembro, a Prefeitura estava suprindo Cruzeiro do Norte com caminhão-tanque, nove a dez viagens por dia, informou Cristiano Miranda, dos Serviços Gerais.
Reza o folclore que, nas campanhas eleitorais, candidatos responsabilizam o prefeito e prometem eliminar a deficiência, se eleitos, ”enganação” que se repete há décadas. E o sistema não está incluído na concessão à Sanepar, restrita a Uraí.
Há uma parcela de culpa da própria população desde que, consultada, não autorizou por maioria a concessão, achando que ”ficaria muito caro”, segundo Cristiano, que revela valores ínfimos recebidos pela Prefeitura. A taxa para os consumidores do perímetro urbano é de R$ 6,00 (seis reais) mensais por toda a água consumida (sem medidor), ôtem gente que paga, tem gente que não paga”; para os moradores em chácaras, R$ 7,00 (sete reais) e ”tem gente que não paga há mais de um ano”.
Há dois poços artesianos e a necessidade de outros não é suprida por causa do custo elevado das perfurações em camadas rochosas, ”tem muita laje”, comentam. Entre 1967 e 1970, houve o abastecimento com água do rio das Cinzas transportada em vagões-tanque pela estrada de ferro
”Quando o Moysés Lupion era governador, veio uma máquina, ficou um ano e meio e furou 60 metros”, rememora Tide a origem de um dos poços, há mais de 50 anos e hoje quase exaurido.
Por 40 anos estação recebeu passageiros
”Vão reformar?” indaga o morador que indicou o caminho para a estação do trem, modesta e depredada, quase um ”esqueleto” encoberto por uma vegetação emaranhada na parte de trás. Foi construída em 1939 e aberta ao tráfego geral em 15 de dezembro de 1941.
”Dizem que volta. Mas não volta, não”, comenta Tide sobre a propalada intenção de se reintroduzir trens de passageiros. No seu tempo, ia de Serra Morena a Maringá visitar parentes, sem baldeações, ”viagem boa, restaurante a bordo”, recorda Tide. ”Hoje tenho de pegar um ônibus até Londrina e depois outro para Maringá, demora muito.” O tráfego de passageiros na estação cessou em 1981, quarenta anos após ser iniciado.
”Avisamos aos interessados que, a 15 de dezembro do corrente, será aberta ao tráfego público em geral a Estação de Serra Morena, situada no km 165 desta Estrada, no Estado do Paraná”, informou a Companhia Ferroviária SP-PR, anúncio na ‘Folha da Manhã’ (São Paulo) de 25 de novembro de 1941.
Reproduzido no site ‘Estações Ferroviárias do Brasil’, o documento integra a pesquisa de Adélia Grou de Toledo, Antônio Carlos de Toledo e Paulinho Manfrinato, que estiveram em Cruzeiro do Norte quando a ”prosperidade local se devia à produção de uva, cítricos e cereais, destinada a São Paulo”, e à extração de pedra em grande escala, fornecida em bruto, média e miúda, anotaram. ”Todavia, esse bairro era pobre em água” e o chefe da estação entre 1967 e 1970, Toledo Neto, providenciou então o transporte de água do rio das Cinzas em vagões-tanque da ferrovia para supri-lo.
Em termos da ferrovia, permanece a denominação Estação de Serra Morena, anteriormente no km 165 do percurso de Ourinhos a Apucarana, extensão à época da Estrada de Ferrp São Paulo-Paraná; atualmente km 465 da América Latina Logística (ALL) Ourinhos-Cianorte.

Widson Schwartz
Especial para a Folha

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22 Comentários para “É Cruzeiro do Norte. Mas todos dizem Serra Morena”

  1. Ex-morador de Uraí

    Serra Morena…

    Lindo nome, pode não ser o oficial, mas é inegávelmente bontio.

    Um dia já cheguei a sonhar em morar lá. Ficava imaginando os dias de chuva… e só o velho trem a ligar Serra Morena com o resto do mundo.

    Serra Morena, não sei se existe alguma canção com esse nome, mas bem que poderia, pois de lá partiram artistas que fizeram sucesso Brasil afora, – Mensageiro, da dupla Mensageiro e Mexicano. Sampaio, da dupla Teodoro e Sampaio.

    Serra Morena que me lembra gente hospitaleira. (tá certo que havia e não sei se ainda existe algum brigão por lá).

    Serra Morena, quantas tardes de domingo passei por lá. Eram aqueles domingos festivos e muito animados do final da década de 1960. As tardes de domingo por lá eram bastante animadas.

    Serra Morena, talvez um dia eu volte para abraça-la. Mas enquanto isso não acontece mando um abraço a todos os seus moradores.Mesmo que eu já não tenha nenhum conhecido por lá.

  2. Paulo

    Sem dúvida a Serra Morena é o distrito mais famoso do Município de Uraí/PR, de lá sairam pessoas, que hoje são grandes profissionais mas mais diversas áreas.
    Um abraço a todos.
    .

  3. cesar

    Esse é meu pai mais conhecido como Tide da pedreira, gosto muita da Serra morena, embora não moro lá, somente meus pais, mais sempre que tenho um tempo apareço por lá, hoje moro em Campinas, mas nunca esqueço da Serra Morena e principalmente do meu pai e da minha mãe.
    Pai e mãe eu amo voces.

    César José da Silva

  4. APARECIDA SILVA

    Estudei em serra morena em década de 70,Hoje moro em Tatui sp uma cidade muito boa para morar mas a saudade do trem ,dos colegas de escola ficou eu adorava andar nos trilhos do trem esconder na igreja na hora do recreio e comprar doces fiado na venda do seu caroano e da dona aurora me lembro da professora Elza que era a mais brava da escola o saudade eu morava no sitio e chamavam meu pai de Antonio do óta´. Me lembro em 74 quando o brasil ganhou a copa do mundo era muito importante para nós a professora fez agente ensaiar o hino da copa 90 milhões em ações pra fente Brasil do meu coração é como se fosse hoje, que saudade.

  5. Que pena!
    Que pena mesmo!

    Não há um Uraiense sequer que não tenha ótimas lembranças quando o assunto é a nossa querida “Serra Morena” e intitulada na forma documental como “Distrito Cruzeiro do Norte.

    Nas décadas de 60,70 e 80 esse logradouro sempre foi uma referência extremamente positiva nos quesitos bons exemplos cidadãos, qualidade e expectativa de vida e era admirada pelas festas e eventos, na sua maioria juninos, religiosos e culturais.

    Um local verdadeiramente pacífico e privilegiado pela grandeza de homens e mulheres honrados, honestos, simples, trabalhadores e que acreditaram na possibilidade de um dia se tornar independente.

    Quis o destino que muitos de seus cidadãos tivessem de deixar o local para vencer na difícil batalha de viver e de proporcionar melhores qualidades de habilitação, capacitação e intelectualidade aos seus filhos, sobrinhos e netos.

    A Serra Morena foi, é e sempre será um cantinho do paraíso para aqueles que a conhece. Todavia, ficou cicatrizado e de forma inesquecível ao longo dos anos a incapacidade dos Gestores Municipais de Uraí de oportunizar ao máximo a igualdade e dignidade cidadã aos residentes do Distrito Cruzeiro do Norte para que o êxodo fosse menor.

    Queira Deus que o atual Gestor e seus futuros sucessores possam estender e entender que é, por intermédio da união que nos tornamos fortes.

    Deixo aqui minha solidariedade, meus respeitos a cada um daqueles que vivem e curtem essa querida terra conhecida por “Serra Morena”.

    O trem de ferro pode até não transitar mais na prática pelo local. Contudo quem conheceu sua atividade e sua imponência ao fazê-lo sabe quantas alegrias, histórias, amores, sabores e rumores ele trouxe e levou em cada uma das suas passagens pelo lugar.

    Felicidade a todos os cidadãos de Cruzeiro do Norte, ou melhor, da nossa Serra Morena.

  6. sergio rodrigues

    o saudades de minha infançia a onde passei muitos momentos felizes da minha vida ai na serra morena a onde ia na casa da minha tia toninha e gustavo era uma deliçia\ mesmo fiz muitas amizades por ai na decada de 72 forte abraço a este povo abençoado,,, um dia ainda volta a passar por ai pra relembrar da rele do paulinho da monica da jeiza do guto da preta e muitos outros e do nardo

  7. neco felipe

    eu nasci e morei ai,e sinto muita saudade desse lugar , onde fiz muitos amigos na escola e nas festas da igreja,hoje moro em maringa e sempre que posso eu vou ai visitar o jose rodrigues e sua familia e outros amigos

  8. João Farias de Oliveira

    Morei aí até 1969, quando em uma tarde quente de Outubro, nesta estaçãozinha,
    tomei um trem para São Paulo em busca de melhores oportunidades.
    Nunca mais voltei. todavia, guardo em minha memória de maneira nítida, as festas na Igreja ,as namoradinhas, os colegas a Escola as professoras o campinho de futebol próximo à estação, Meu pai era o Seu Firmino da pedreira,
    ( falecido). Nunca me esquecerei de ti minha Serra morena querida, muito me honra ter vivido aí. Um abraço a todos e a você Tidão que me ensinou a dirigir caminhão.

  9. David Gera.

    em 11/01/57.Nasci em Serra Morena.Dois irmãos meus,trabalharam na Pedreira,Meu Pai,era Ferroviário,e estava sempre mudando,de turma de cidade,até por isso,nós morávamos,em um vagão,totalmente transformado em casa,com sala,cozinha,quartos banheiros,dispensa,tinha agua e energia elétrica,tudo certinho,se tivesse que mudar de turma/cidade,era só engatar a maquina,no vagão casa,é lá ia nós,pra mais uma nova aventura.Mas a Serra Morena,era muito acolhedora,e meu Pai construiu uma casa neste lugar maravilhoso.A casa ficava de esquina,no cruzamento entre entre a ferrovia e a estrada,Muitos anos depois meu Pai mudou pra Congonhas,a pedido da ferrovia.E lá vamos nós, mais uma vez,fazer turismo no vagão casa,que ficou num desfio,no patio da estação.Hoje é só Saudades do meu tempo de criança,e dos meus Pais Auto Claro Pereira e Izolina H.Pereira,já falecidos.

  10. João Farias de Oliveira

    Conheci os filhos do seu Auto o nenê, o Doli, Delcides e o Dirceu que batia um bolão. Dois deles trabalharam na pedreira, na qual ,meu pai seu Firmino era o encarregado. Muito me alegra que a Serra Morena querida faça parte da rota de
    Bike. Embora sabendo que das pessoas que hoje la residam, talvez não me
    conheceram fico contente de rever fatos e fotos deste maravilhoso lugar. fiz carreira no judiciário paulista e escrevo livros que vão mundo afora!
    João Farias de Oliveira.

  11. MOREI EM SERRA MORENA EM 1950 A 1953 OS 3 KL NO SITIO DOS BRAGAS,COMO ERA BOM LA ESTUDAVA POIS TINHA 8 ANOS MEU PAI ERA JOSE BRITO JA VOLTEI LA

  12. edinho barreto

    serra morena, que saudades de meus avós, sr abel e sra terezinha meus tios, e vários amigos que tenho por lá.

  13. Jairo Fernandes

    Eu sou Jairo, irmão do Atair, do jairzinho(Bom de boal), o Atair ainda mora lá, casou-se com a Relene ( Helena konrado) ainda ontem estive lá no querido patrimonio onde fiz o primário e concluí o Ginasio na época, graças ao querido professor Gustavo Konrado que com muita luta levou o ensino médio pra lá, gostaria muito de rever velhos amigos tais como o tucura (Valvazori) o Dejair Baute e irmão josé carlos Baute, o professor josé roberto Spindola mora e Londrina e está bastante doente, um grande homen tb, que ajudou muito na educação. A serra Morena tinha um grande time de futebol muito melhor qua a Seleção Brasileira 7×1. Moro em Londrina e Deixo aqui meu abraço a todos os colegas de infância.

  14. edithe

    eu nasci em assaí,minha irmã nasceu na serra morena, morro de saudade da roça do avó josé raimundo perto da seção são paulo da linha do para frei timoteoquanta saudade minha mãe é prima ligítima do mensageiro da dupla menssageiroe maxicano,um dia voltarei

  15. CRISTINA R S GOMES

    Minha mãe nasceu em Serra Morena, assim como alguns tios. Nair Baccáro nascida em 1945. Filha de Maria Maschietto Báccaro e Sylvio Báccaro. A família tem grande apreço por Serra Morena.

  16. Jorge morelo

    Conheci Serra Morena, morei lá com minha família no ano de 1961, no sitio do sr. João Gamba, depois fomos para Santa Cecilia do Pavão, depois para São Paulo, desde 1962 até hoje , nunca mais voltei lá , a não ser pelo Google mapa .

  17. Maria lucia gonçalves

    Nasci e morei em serra morena até do 10 anos.sou filha do
    Seu Pedro gonçalves e da d.Carmen.o meu pai tinha uma “venda” perto da estação de trem.tenho muita saudade desse lugar onde vivi minha infancia

  18. Anair

    Quanta emoção em ler todos os comentários acima, nasci na pequena Serra Morena em 1966 e morei la ate 1972…minha família tinha um sítio próximo da turma 21, depois mudamos para a cidade…meu pai Benedito Eduardo da Silva, meu avô Jose Eduardo da Silva, minha mãe Corina Trindade da Silva ja falecidos …quando eu e meus irmãos no reunimos sempre falamos da nossa infância…. muitas lembranças, de vez em quando eu e meus irmãos ainda voltamos la no sítio para matar um pouco da saudade.

  19. Alice Maria de Aguiar Filgueiras

    Sou Alice Maria, neta do senhor Rubens Lucas Filgueiras e dona Alice Espíndola Filgueiras que moravam lá e eram proprietários do único cartório de Serra Morena e de uma venda também. Passava 30 dias de férias lá todo ano com meu pai, Nilton Rubens Filgueiras, minha mãe Ana de Aguiar Filgueiras e meu irmão Rubens de Aguiar Filgueiras. Minha tia, irmã de meu pai era Nilcéia e meu tio José Roberto, moravam lá também e foram professores no Grupo Escolar que hoje é “Colégio Estaual Rubens Lucas Filgueiras”. Conheci a Relene e sua filha Mônica, o Konrado e sua esposa e visitava no sítio a mãe dona Sofia (eu acho) e o pai deles. Tenho muitas saudades de lá também.

  20. EDSON PALOMARES RUFINO

    MEU AVO JOSE BOLOTARI; nas decadas de 60 tinha uma venda de secos e molhados, nas aguas da fllorestas, estive ontem la mas infelismente nao conseguimos localizar, meu cunhado neto tambem de meu avo, que reside hoje em JUIZ DE FORA, os demais em TAMARANA; se alguem ai em SERRA MORENA, conheceu meu avo, nos comonica. mas ireis voltar la em breve. Eu quando garoto estudava em Santa MARIANA, COLEGIO AGRICOLA EM 1967. quando vinha emboras passava por SERRA MORENA,Muitas saudades.

  21. Voltei a Serra Morena anteontem (23.1.2018), em companhia do amigo Antônio Fernando Tazima. O encanto do lugar se mantém. E mais: na saída para Uraí, margem esquerda da rodovia, “enche” os olhos o moderno, sofisticado pesque-pague recém-inaugurado, ainda sendo retocado, iniciativa da sra. Neide
    Widson Schwartz. .

  22. VALDECIR CAMARGO

    adoro esse lugar me traz tantas recordações e parentes amigos residem nesse lugar maravilhoso.Que saudades eu tenho.

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